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domingo, 15 de setembro de 2013

Mariana vai ao Rock In Rio


Olá, galeres! Eu não tô nada bem, então me desculpem as besteiras que eu vou escrever, HAHA. Cheguei em casa às 3h da manhã, dormi até as 16h e acabei de tomar um dramin, então eu não tô raciocinando direito!

O post de hoje, como vocês podem adivinhar, é sobre minha experiência "Rock in Riana". Antes de ir, ouvi mil boatos sobre rodinhas punk onde vão me espancar, tarados que vão me estuprar e gente que vai me roubar. Nenhuma dessas coisas aconteceram comigo, amém, mas também tive algumas experiências meio desagradáveis. Fui pisoteada, jogaram ketchup no meu cabelo e paguei 13 reais num Hot Pocket que custa 3. Mas porém contudo todavia foi fantástico! A gente escolheu esse dia porque minha irmã mais nova é superfã de Florence + The Machine, e eu aproveitar pra ver <3 Capital <3. Mesmo assim, adorei todos os shows que eu vi. Jared Leto (do 30 Seconds To Mars) foi simpaticíssimo, Florence foi e é uma rainha élfica e Dinho fala velho, cara e caralho até não poder mais, HAHAHA! Não consegui ver o show do Muse porque minha irmã torceu os dois pés e todo mundo já estava um caco, dormindo no chão e tudo. 

Eu amei meu look e amei mais ainda ver os looks do povo que tava lá <3 só gente linda e estilosa! Mas nunca vi tanta barriga de fora na vida, HAHAHA! 



Minha irmã, meu primo, minha mãe, eu e o Predo.





Vamos ignorar minha mãe incorporando o Diego que vem com toda a alegria festejando.




<3 Aninha <3


Vestido: Ellus
Camisa: Forever 21
Tênis: Converse All Star
Bolsa: feirinha
Óculos: roubei do Predo
Colar: Forever 21

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Minha experiência na Bienal

Olá, galeres! O post de hoje, infelizmente, não tem fotos, porque eu esqueci de colocar a câmera pra carregar :( ontem eu fui com a escola pra Bienal do Livro, no Rio de Janeiro. Foi minha primeira vez na Bienal e confesso e fiquei um pouco decepcionada, principalmente com os preços. Sinceramente? Eu encontro barganhas melhores na Feira do Livro aqui de Cabo Frio mesmo. Mesmo que eu não tenha tirado fotos, eu queria contar como foi a experiência, até pra quem está pensando em ir.

Pra começar, a gente escolheu um péssimo dia pra ir. Choveu o dia todo e eu estava completamente sem voz de manhã, mas fui do mesmo jeito. Saímos de Cabo Frio às nove, mais ou menos, e chegamos no Barra Shopping pra almoçar uma e meia da tarde. A hora marcada na Bienal era quatro, mas até parar o ônibus e resolver as burocracias, já eram quase cinco quando efetivamente entramos no lugar. Eu achava que ia ficar superlotado com quase a escola toda por ali, mas eu realmente subestimei o Riocentro (eu sou caipira, gente!). 

Levei 200 reais só para os livros e destes, sobraram 20. A variedade era grande, mas não encontrei vários dos livros mais antigos que queria, só os mais recentes e mais populares mesmo. Saí de lá com sete:
  1. A Elite, Kiera Cass - Editora Seguinte
  2. Delírio, Lauren Oliver - Editora Intrínseca
  3. De Volta Aos Quinze, Bruna Vieira - Editora Gutenberg
  4. Quem é Você, Alasca?, John Green - Editora WMF Martins Fontes
  5. A Culpa é das Estrelas, John Green - Editora Intrínseca
  6. Cidades de Papel, John Green - Editora Intrínseca
  7. The Bling Ring, Nancy Jo Sales - Editora Intrínseca
Ou seja, virão muuuitas resenhas no futuro! O preço médio de cada um foi vinte reais, mas alguns estavam mais caros, outros mais baratos (comprei o Delírio por cinco reais!). Alguns estavam absurdos (ia comprar o Cidade das Almas Perdidas, Cassandra Clare, da série Os Instrumentos Mortais, Galera Record, mas estava qua-ren-ta reais!), outros baratíssimos, mas pensei que tivesse mais coisa.

Não me estressei muito com a Bienal em si, tirando essa coisa: não peguei filas enormes, enriqueci muito o John Green, fui iludida pelo cara do estande da Capricho quando pedi uma informações, encontrei amigos queridos e me diverti bastante. Se você não estiver com faringite e não tiver uma chuva torrencial no dia, recomendo sim, viu? E se tiver uma chuva torrencial, use coturnos.

O estresse da viagem ficou por conta do funk no ônibus (viagem de escola, né?), aula no dia seguinte (não fui) e ter que ficar na chuva de madrugada esperando meus pais. Queria ter fotos pra mostrar pra vocês, mas com a correria não cliquei nada, nem com o celular :( Mas espero que meu relato tenha ajudado alguém por aí. Obrigada!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Diário: excursão da escola

Bia G e seus cachinhos.
Olá galeres! Hoje eu fiz um passeio mara com a escola para o MAR, o Museu de Arte do Rio, pelo MNBA ou Museu Nacional de Belas-Artes e um passeiozinho básico no shopping porque ninguém é de ferro. 

Adorei o contaste entre a arquitetura dos dois prédios!
Mariana brinca de papparazzi estrelando: Luiza, Chiara e Virgínia
Eu, Mariana C e Bia G
Mariana brinca de papparazzi, estrelando: Lívia

Mariana brinca de papparazzi, estrelando: Amanda C


Bia B, eu, Mariana C, Lulu e Bia G

Biblioteca nacional.

Bia B, Bia G, Mariana C e eu!

domingo, 9 de junho de 2013

Diário de bordo DisneyWorld - Pt. 2


Olá, galeres! Como eu disse na primeira edição da tag #diariodebordo, essa série de posts é uma espécie de guia com minhas experiências disneyanas, que tem como intuito orientar futuros turistas orlandenses. Não tenho pretensão de voltar pra Disney em nenhum futuro próximo, e resolvi matar a saudade de lá compartilhando minhas experiências de preparação com vocês! Acho bem mais legal do que comprar um guia cheio de opiniões alheias, não?

Edição #2 - Conhecendo o terreno

Como eu disse já na primeira edição e vou dizer em todas as outras, a palavra-chave de qualquer viagem internacional é organização. Não adianta de nada você chegar em um lugar sem conhecer absolutamente nada e só querer sair conhecendo tudo desordenadamente. Ainda mais nos parques da Disney, que são enormes e não podem ser conhecidos inteiramente em um dia. Por isso, aí entra sua nova melhor amiga, a pesquisa. Compre guias (contrariando todo o intuito dessa série de posts, mas tá), converse com quem já foi, leia relatos de outras blogueiras (dica: os melhores são os da Lia, do Just Lia) e leia esse guia, hehe. Assim, você pode marcar brinquedos, lojas e restaurantes sobre o qual você leu e gostou, priorizando-os quando foi conhecer o parque.

Meu guia preferido e que me ajudou muuuito na viagem foi o Guia Capricho Disney e Orlando 2011, mas que agora já tem sua versão mais recente, de 2013. Além de ser muito mais bonitinho e colorido que os guias convencionais, tem uma linguagem mais adolescente e analisa as principais atrações em fofura e adrenalina. 


Mas conhecer o terreno não fica só pra antes da viagem não! Você vai ver que em todos os parques, seja da Disney, Universal ou SeaWorld, vai ter um mapa logo na entrada. Os principais shoppings e outlets também têm esse serviço. Use o mapa para marcar as atrações e lojas que você quer conhecer, pra evitar uma caminhada longa de um brinquedo para outro e também para localizar mais facilmente os lugares que você quer visitar. Depois de ter ido nesses lugares, marque-os com um X no mapa. Assim, você poupa tempo tentando caçar esses lugares e ainda tem uma recordação legal no futuro!

Estão curtindo essa série de posts? Eu tô amando fazer <3 Beixos, Mari.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Diário de bordo #1: DisneyWorld


Olá galeres! Antes que vocês fiquem confusos, não, eu não estou embarcando pra Disney em nenhum futuro próximo (snif snif). Mas eu já fui duas vezes pra lá, então acho mais do que justo ajudar você que está embarcando daqui a pouco com minhas dicas próprias. Pretendo transformar isso numa série de posts, marcado com a tag #disneyworld, falando sobre preparação, como arrumar a mala, um guia de restaurantes, lojas e brinquedos... Não garanto nenhum guia profissional, mas acho muito mais interessante compartilhar minhas experiências pessoais do que dicas gerais e meio inúteis, né? Esses dias eu achei um guia de dicas que eu fiz pros meus amigos, e achei que seria legal aumentar e transformar em uma série de posts. Bora?

Edição #1 - Passaporte e Visto

[ironia] Graças à eficiente e organizada burocracia brasileira, tirar visto e passaporte é uma questão de dias [/ironia]. Na realidade onde a gente vive, você precisa marcar para tirar seu passaporte, caso você não tenha, com um mínimo de seis meses de antecedência! Isso porque se você agendar uma consulta hoje, se ela for daqui a dois meses você teve sorte. O procedimento em si não é complicado, você tem que dar uma série detalhadíssima de dados sobre você, tirar a foto (onde você vai ficar feia, aceite isso para evitar decepções) e, dali a pelo mais mais dois meses, você pega o documento pronto. E só daí você pode começar a ver o visto.


Para o visto, eu tive que ir ao Rio de Janeiro (e, para o passaporte, pra Macaé). Cheguei lá às sete da manhã, passei uma hora na fila do lado de fora do prédio, três horas na fila de dentro do prédio, uma hora na fila em pé pra tirar minha digital, mais uma hora na fila para as perguntas. Meus pais tinham trazido tudo o que se podia imaginar: certidão de nascimento de todo mundo, certidão de casamento, carteirinha de vacinação, boletim da escola, planta da casa (isso não é exagero gente, minha mãe levou isso tudo mesmo). Quando chegamos lá, eu esperava uma espécie de interrogatório estilo filme, com homens do FBI intimidadores que queriam pôr as mãos na planta da nossa casa. Mas o que aconteceu de verdade foi:

Um mulher perguntou, em inglês, pra onde iríamos (Orlando, Flórida), se falávamos inglês (sim, todos), se já tínhamos saído do país e pra onde tínhamos ido (Austrália, Nova Zelândia, França e Alemanha - não se enganem, nesses todos eu só fui na Austrália quando eu tinha 1 ano de idade), com o que meus pais trabalhavam (psicologia e engenharia naval). E pronto, fomos dispensados! 

Eu fiquei indignadíssima. Onde estavam os caras de terno do FBI? Por que não pediram a planta da nossa casa? Mas a verdade é: uma família normal, querendo ir pra Disney, com empregos estáveis e sem nenhum tipo de registro na polícia, não é suspeito para eles. Mas não significa que o processo não seja rigoroso: um amigo da família teve o visto recusado só porque ele tinha ascendência árabe e parecia um terrorista!!!! Ou seja, mande seu pai fazer a barba antes de ir tirar o visto, HAHAHA! Mas, geralmente, ele liberam facilmente o visto pra quem quer ir pra Disney, até porque o Obama é bem legal com os turistas brasileiros. Uma dica boa também é: se vista bem, como se você tivesse uma boa situação financeira. Coloque perfume, maquiagem (mesmo básica), blusa de marca, essas coisas. Por mais que você vá passar horas e horas intermináveis na fila, eles levam isso em conta.

Mas, se o processo é tão rigoroso assim, Mari, pra quê aquele texto enorme falando que ele não é, na verdade, tão rigoroso assim? Simples: pra que você não fique tão nervosa e ansiosa sobre isso. Uma adolescente brasileira querendo ir pra Disney (com ou sem família) é totalmente normal e eles geralmente não hesitam muito em lhe dar o visto. Conta como ponto positivo já ter viajado pra fora, o que foi um diferencial no caso da minha família (nós conseguimos, todos, o visto valendo por 10 anos, enquanto uma família amiga, que nunca tinha saído do país, conseguiu só por 5 anos).

Mas, tirando as filas intermináveis e a ineficiente burocracia brasileira, tirar visto e passaporte não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas atenção: não é um bicho de sete cabeças pra quem planeja tudo com antecedência! Se você quiser tirar os documentos três meses antes da viagem e achar que tá tudo bom tudo bem, está redondamente enganada! A palavra-chave de qualquer viagem internacional é organização e planejamento.

PS: para marcar a consulta do passaporte, entre no site da receita federal. E para o visto, preencha o formulário do site do consulado americano.

Bem-vindos ao diário de bordo, e espero que eu ajude!